”Chorar não resolve, falar pouco é uma virtude, aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoísmo e o que não mata com certeza, fortalece. Às vezes mudar é preciso, e talvez, nem tudo vai ser como você quer... a vida continua. Para qualquer escolha, se segue alguma consequência. Vontades efêmeras não valem a pena. Quem faz uma vez, não faz duas necessariamente, mas quem faz dez, com certeza faz onze. Essa história de que é melhor acordar arrependido do que dormir com vontade é mentira! Pessoas efusivas, geralmente, são falsas. Perdoar é nobre, esquecer é quase impossível. Esteja sempre suscetível a ouvir outras opiniões, aceitá-las é outra questão. Nem todo mundo é tão legal assim, e de perto ninguém é normal. Quem te merece não te faz chorar, quem gosta cuida e o que está no passado tem motivos para não fazer parte do seu presente. Não é preciso perder pra aprender a dar valor e os amigos ainda se contam nos dedos. Aos poucos você percebe o que vale a pena, o que se deve guardar pro resto da vida, e o que nunca deveria ter entrado nela. Não tem como esconder a verdade, nem tem como enterrar o passado, o tempo sempre vai ser o melhor remédio, mas seus resultados nem sempre são imediatos. Não fique preocupado, você nunca sabe quem está se apaixonando pelo seu sorriso. "
... Mas não se esqueça: "Assim como não se deve misturar bebidas, misturar pessoas também pode dar ressaca".
segunda-feira, 8 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Calcanhares
As cartas de amor, os poemas e as músicas que se destinam a mulheres, ou ao menos a descrevê-las, são tão lineares e clichês.
E eu, que não sou nem um nem outro fico me questionando com a cabeça cuidadosamente encaixada entre as almofadas e debaixo de um obstáculo que faz sombra em mim: Quantas pessoas já olharam de baixo de uma gaveta?
Eu estou apenas a espera, daquele que vai me perguntar se eu já tomei banho deitada, se já bebi algo de cabeça pra baixo ou o que é o medo, que todos dizem sentir, mas que não o afeta. Aquele da oitava série, que eu usava num discurso decorado. Esse mesmo, com os dreads, sem um puto no bolso, me levando pra Bahia e me chamando de "pretinha".
Eu não sei se eu quero me sentir segura agora. Ou mais perdida do que nunca. Talvez a segunda opção. Queria cabeça nas nuvens, calcanhares nos lençóis freáticos e cosquinha... Quero amor, quero amar.
(adooorei. não sei de quem é)
E eu, que não sou nem um nem outro fico me questionando com a cabeça cuidadosamente encaixada entre as almofadas e debaixo de um obstáculo que faz sombra em mim: Quantas pessoas já olharam de baixo de uma gaveta?
Eu estou apenas a espera, daquele que vai me perguntar se eu já tomei banho deitada, se já bebi algo de cabeça pra baixo ou o que é o medo, que todos dizem sentir, mas que não o afeta. Aquele da oitava série, que eu usava num discurso decorado. Esse mesmo, com os dreads, sem um puto no bolso, me levando pra Bahia e me chamando de "pretinha".
Eu não sei se eu quero me sentir segura agora. Ou mais perdida do que nunca. Talvez a segunda opção. Queria cabeça nas nuvens, calcanhares nos lençóis freáticos e cosquinha... Quero amor, quero amar.
(adooorei. não sei de quem é)
sábado, 20 de fevereiro de 2010
mais uma vez.
E mais uma vez, eu respeitei sua decisão. Não tentei que você aceitasse a minha. Engraçado, né? Logo eu que tanto lutei por você. E agora, eu estou vendo você ir embora. Mais uma vez. Eu realmente cheguei acreditar que um dia daríamos certo. Ilusão? Não, eu acho que é amor ou paixão. Difícil, né? Eu preciso de você. Eu quero você. Mais hoje, eu deixo você ser feliz. Que o tempo seja capaz de te apagar.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
simples
"A vida é mais simples do que a gente pensa; basta aceitar o impossível, dispensar o indispensável e suportar o intolerável."
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